Piadas
Março 19, 2009
Uma piada engraçada:
Bush se aposenta e fica tão deprimido que adoece e morre. No inferno ele encontra o Brizola e a Rainha da Inglaterra.
Bush pediu ao diabo uma autorização para fazer uma ligação para os EUA, porque queria saber como ficou o país depois da sua partida.
O diabo permitiu a chamada e Bush falou durante 2 minutos. Ao terminar, o diabo disse que a chamada custava 3 milhões de dólares, Bush fez um cheque e pagou…Quando a rainha soube, quis fazer o mesmo, e ligou para Inglaterra, mas conversou durante 5 minutos.O diabo passou a conta, em libras esterlinas, equivalente a 10 milhões de dólares.
Obviamente que o Brizola ficou intrigado e também quis ligar para o Rio de Janeiro para ver como havia ficado o Estado, mas conversou por
mais de 3 horas falando com o Sérgio Cabral. Quando desligou, o diabo disse que
era 3,50 dólares. O ex-governador ficou atônito, porque havia presenciado as cobranças anteriores que duraram muito menos tempo.
Então, perguntou ao diabo porque custava tão pouco ligar para o Rio de Janeiro?O diabo respondeu:
De inferno para inferno a chamada é local …
Uma piada nem um pouco engraçada:
Diretoria de check in, para facilitar o embarque dos senadores nos aeroportos, diretoria de visitação, para acompanhar a visita de turistas ao Senado, e ainda uma outra apenas para cuidar das comunicações por rádio em ondas curtas. O Senado tem 181 diretores em seu quadro funcional, o que representa mais de dois para cada um dos 81 senadores. Segundo o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a ideia é reduzir pela metade o número de cargos de direção na reestruturação administrativa que será promovida na Casa. O que significaria que, depois da reforma, o Senado terá em média um diretor por senador.
A profusão de diretores é tão grande que, por ironia, a própria direção do Senado teve dificuldades para levantar o número exato. Na terça-feira, depois que Sarney determinou o afastamento dos funcionários dos cargos, foi divulgado que a medida atingiria 131 pessoas, depois 136. Ontem o número variou algumas vezes até fechar em 181. Tantos cargos exigiram criatividade na hora de designá-los. A diretoria de check in, por exemplo, é conhecida oficialmente pelo nome de “coordenação de apoio aeroportuário”. Uma das diretorias é ocupada por uma jornalista que faz as vezes de assessora da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA).
A maioria dos diretores ganha em torno de R$ 20 mil (wtf???), mas muitos, pela antiguidade como funcionários de carreira do Senado, recebem o teto, R$ 24,5 mil.
A expectativa é que a reestruturação administrativa seja concluída em seis meses. O anúncio da reforma foi feito ontem por Sarney, em mais um ato político para tentar dar a resposta às denúncias de irregularidades na Casa.
Por enquanto, Sarney assinou apenas um protocolo de intenções com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que ficará encarregada de fazer uma auditoria e os estudos para enxugar a máquina administrativa. Sarney pediu na terça-feira que os diretores do Senado pusessem seus cargos à disposição, mas, até o início da noite de ontem nenhuma exoneração havia se se efetivado.
Na solenidade de assinatura do protocolo com a FGV, Sarney fez um desabafo: “Não tenho mais aspiração política, a não ser cumprir este meu último mandato. Portanto irei fazer o que for necessário.” Diante de uma dezena de senadores, ele afirmou que o Senado “precisa sair dessa discussão menor”, em referência às denúncias contra a Casa (veja quadro).
“Todos (os diretores) vão sair e vamos analisar pelo critério de mérito quem vai ficar. Coloquei meu nome, minha carreira, mais uma vez, sem necessidade. Vocês têm de compreender que para mim não é fácil. Aceitei prestar um serviço à Casa”, argumentou Sarney, ao afirmar que também não sabia da existência de tantos cargos de direção no Senado. “Não é do meu temperamento ser a palmatória do mundo.”
>> clique aqui para ler a íntegra no Estadão Online.